Não penses que só acontece aos outros. E lembra-te: a prevenção é o melhor remédio! Não custa nada!

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sábado, 21 de maio de 2011

Beber café ajuda a prevenir cancro da próstata

  Segundo o jornal “A Bola”, o café em demasia pode ser prejudicial à saúde, no entanto de acordo com um estudo da universidade norte-americana de Harvard beber algumas chávenas de café ou descafeinado por dia pode reduzir o risco de cancro da próstata até 60 por cento. 
  A pesquisa, onde participaram cerca de 48 mil homens - a maior participação de sempre – incidiu na quantidade de café ingerida pelos indivíduos a cada quatro anos, entre 1986 e 2006, para depois se perceber a relação com o cancro da próstata. 
  Durante o período de acompanhamento - que durou até 2008 - 5.035 homens desenvolveram cancro da próstata, tendo 642 acabado por morrer. Em comparação como os homens que não bebiam café, os que bebiam pelo menos seis por dia tinham um risco 60 por cento mais baixo de morrer da doença, e os que bebiam de um a três cafés diariamente tinham um risco 30 por cento mais baixo. 
  A diminuição do risco de cancro foi revelada independentemente de o café ingerido ser descafeinado ou cafeinado, não estando o benefício relacionado com as propriedades da cafeína. Para além da ajuda na prevenção do cancro da próstata, nos últimos anos também houve associações do café à redução do risco de diabetes tipo 2, Parkinson, cancro do fígado e cancro da mama. 

Fonte: http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=264402

terça-feira, 10 de maio de 2011

Identificada mutação genética que desencadeia cancro da próstata agressivo

  Investigadores da Universidade de Michigan Comprehensive Cancer Center, nos EUA, identificaram uma anomalia genética que pode promover a expansão agressiva de um subconjunto raro de cancro da próstata, avança o portal ISaúde. 
  Os cientistas encontraram mutações num gene chamado KRAS, que é conhecido por desempenhar um papel em numerosos tipos de cancro, mas raramente é associado com cancro da próstata. A mutação – na qual duas partes do cromossoma mudam de lugar e se fundem – foi vista apenas no cancro da próstata metastático. 
  "Este estudo sugere que num subgrupo raro de cancro da próstata, o rearranjo de KRAS age como um mecanismo que pode promover a progressão do tumor. Especulamos que os cancros da próstata com este rearranjo sejam mais agressivos, uma vez que o temos encontrado apenas na doença metastática", disse o autor sénior do estudo, Arul Chinnaiyan. 
  Em 2005, Chinnaiyan e a sua equipa identificaram um gene específico da próstata chamado TMPRSS2 que se funde com um gene causador do cancro chamado ERG. Neste novo estudo, os investigadores descobriram que a fusão do gene KRAS ocorre apenas em células que não possuem o gene de fusão mais comum. A equipa também descobriu, em 2010, fusões do gene que ocorrem em um caminho chamado RAF. 
  "Isto sugere que o cancro da próstata pode encontrar diferentes maneiras de activar um caminho molecular através da criação de rearranjo de gene de pelo menos três formas", disse Chinnaiyan. 
  Isto implica que, como o cancro de mama, o cancro da próstata provavelmente tenha vários subtipos, que terão diferentes estratégias de tratamento específicas. Chinnaiyan estima que o rearranjo KRAS ocorra em 1% dos cancros da próstata, mas pode representar uma percentagem mais elevada de cancro da próstata metastático. 

Fonte: http://www.pop.eu.com/news/4530/26/Identificada-mutacao-genetica-que-desencadeia-cancro-da-prostata-agressivo.html

Fármaco contra insuficiência cardíaca pode tratar cancro da próstata

  Cientistas descobriram que o fármaco digoxina – geralmente utilizado no tratamento da insuficiência cardíaca – pode ser uma possível terapia contra o cancro da próstata, utilizando uma combinação de ciência laboratorial e epidemiologia, inédita em sua natureza cooperativa, avança o portal ISaúde. 
  "Os epidemiologistas e cientistas básicos muitas vezes não se entendem, como nós, muitas vezes só somos claros nas nossas próprias forças e nas fraquezas do outro", disse Elizabeth Platz, professora de epidemiologia da Universidade Johns Hopkins, nos EUA. 
  Para o estudo actual, Platz divide a autoria com Srinivasan Yegnasubramanian, professor de oncologia da mesma universidade. Platz disse que a equipa multidisciplinar de cientistas reuniu-se para identificar drogas existentes que poderiam ser usadas para tratar cancro da próstata, num processo chamado reposicionamento de medicamentos. 
  "Se você usar drogas que já estão disponíveis, então você tem uma longa história de pesquisas sobre a segurança que não precisam ser refeitas e podemos avançar mais rapidamente para testar se a droga realmente funciona num novo cenário", disse Platz. 
  A ideia do reposicionamento de medicamentos tinha sido oferecida antes, mas cada ramo de investigação científica teve falhas suficientes para que não tenha anteriormente ganho impulso substancial. "Quando combinamos a ciência básica e as abordagens da epidemiologia, as falhas não eram as mesmas e eram cobertas pelas suas respectivas forças", disse a cientista. 
  Platz, Yegnasubramanian e colegas das universidades Johns Hopkins e Harvard combinaram um exame de alta capacidade baseado em laboratório e um grande estudo de grupo prospectivo. 
  Na primeira fase, os cientistas laboratoriais realizaram um teste in vitro da toxidade das células do cancro da próstata de 3.187 compostos, e a digoxina, uma conhecida droga contra a falha cardíaca, emergiu como um dos principais candidatos devido a sua potência em inibir a proliferação celular in vitro. 
  Na segunda etapa, a equipa de epidemiologia observou o uso do fármaco num grupo de 47 884 homens que foram seguidos de 1986 a 2006. Utilizadores regulares de digoxina apresentaram um risco 24 % menor de cancro da próstata, enquanto aqueles que tinham usado o fármaco durante mais de 10 anos tiveram um risco 46 % menor. 
  Platz disse que esta equipa multidisciplinar está a trabalhar agora para identificar as vias que a digoxina tem como alvo no cancro da próstata. Conhecer as metas vai ajudar a fornecer dados para um julgamento que irá confirmar se a digoxina ou moléculas que actuam sobre os mesmos alvos tem utilidade como tratamento de cancro da próstata. 

Fonte: http://www.pop.eu.com/news/4528/26/Farmaco-contra-insuficiencia-cardiaca-pode-tratar-cancro-da-prostata.html

Cirurgia cura cancro da próstata reincidente

  Um estudo publicado na edição de Abril da revista European Urology mostrou que é possível curar o cancro da próstata mesmo após o retorno do tumor, avança o Folha Online. 
  O trabalho, feito com doentes que já tinham sido submetidos a radioterapia após o diagnóstico inicial, indica que a cirurgia de remoção da próstata é eficaz para eliminar o tumor. 
  Conduzida em oito centros oncológicos na Europa, nos EUA e no Brasil, a pesquisa acompanhou 404 homens com idade média de 65 anos, que fizeram cirurgia radical da próstata após recidiva do cancro tratado com radioterapia. 
  Os doentes foram acompanhados por dez anos após a cirurgia. Dos 404 que participaram do estudo, 195 (75%) sobreviveram sem metástase. Em 64 deles, o tumor voltou e 40 morreram. 
  Segundo o urologista do HC e do Icesp (Instituto do Cancro do Estado de São Paulo) Daher Chade, que liderou o estudo no Brasil, é a primeira vez que uma investigação comprova essa possibilidade. 
  Hoje, doentes que fizeram radioterapia e voltam a ter cancro são tratados com hormonioterapia, um tipo de quimio que controla o crescimento do tumor, mas não o elimina, e aumenta a sobrevida em cerca de dois anos. 
  No Brasil, 20% dos homens diagnosticados com a doença fazem radioterapia. A outra opção é a cirurgia. 
  Após a radioterapia, o cancro volta em 20% a 40% dos pacientes. Antes, quando isso acontecia, a doença era considerada incurável. Sempre houve uma suspeita de que a cirurgia poderia eliminar o tumor, mas só agora confirmamos a hipótese, afirma Chade. 
  O procedimento é o mesmo aplicado nos diagnosticados com cancro da próstata que optam pela operação logo no início. "Essa é outra vantagem, os urologistas já sabem fazer". 
  Segundo Chade, a cirurgia tem maior probabilidade de cura mas, também, maior probabilidade de complicações. "Muitos homens não querem correr o risco de ficar impotentes ou com incontinência urinária, mesmo sob o risco de não serem curados com a radioterapia. Por isso, cada vez mais está se indicando a radioterapia como primeiro tratamento”, diz. 

Fonte: http://www.pop.eu.com/news/4596/26/Cirurgia-cura-cancro-da-prostata-reincidente.html

domingo, 1 de maio de 2011

Cancro está a aumentar com envelhecimento da população

  O presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) alertou hoje que esta doença "não está em crise", como a economia e a política, e que "está a aumentar em Portugal", onde o envelhecimento da população é um factor de risco. 
  "Nenhum de nós está livre de vir a ter cancro", disse Carlos Freire de Oliveira, sublinhando que quanto maior é o envelhecimento da população "maior é o risco de cancro". Carlos Oliveira falava à margem da sessão solene de comemoração dos 70 anos da LPCC, que decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, na presença do presidente daquela instituição, Rui Vilar, do antigo presidente da LPCC, Gentil Martins, e do presidente da Comissão de Patronos dos 70 anos da Liga, Pinto Balsemão. Segundo o presidente da LPCC, o cancro mais frequente, neste momento, em Portugal é o cancro do cólon rectal (vulgo cancro do intestino), sendo também aquele que causa maior número de mortos entre os portugueses. 
  Segue-se o cancro da mama, o cancro da próstata, o cancro do estômago e o cancro do pulmão e, embora este último não detenha o recorde numérico, é aquele que apresenta "maior mortalidade", explicou Carlos Oliveira. A este propósito, observou que, enquanto o cancro do intestino se consegue curar em "percentagem significativa", no cancro do pulmão não se consegue atingir os cinco por cento de cura, pelo que é o que "mata mais". Quanto ao cancro do colón rectal, o mais vulgar em Portugal, o presidente da LPCC apelou ao Ministério da Saúde para que avance com o programa de rastreio deste tipo de cancro com a pesquisa de sangue oculto nas fezes e que pode ser feito em articulação com os Centros de Saúde no âmbito de um programa organizado. 
  Questionado sobre a capacidade de prevenção e resposta do Serviço Nacional de Saúde (SNS), Carlos Oliveira salientou que, até há poucos anos, o SNS encontrava-se entre os 20 melhores do mundo e entre os primeiros a nível europeu, dizendo esperar que "não haja uma degradação desse serviço que foi uma conquista considerável dos portugueses". Fez votos de que o SNS, "com a participação ou não dos privados, como entenderem" os políticos, mantenha a qualidade e a capacidade de resposta a que tem habituado os portugueses. 
  Fonte: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1822663

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Pesquisa descobre que cancro "incurável" pode ser retirado

  Uma pesquisa feita nos Estados Unidos, na Europa e no Brasil mostrou que o câncer recorrente de próstata pode ser curado. Até agora, a doença, quando aparecia pela segunda vez, após o tratamento com radioterapia, era considerado incurável.
  Os pacientes com o diagnóstico de tumor maligno na próstata têm duas opções de tratamento: a cirurgia para a retirada da glândula - que pode trazer complicações, como a impotência em 50% dos casos, e a incontinência urinária - ou o tratamento com radioterapia, que também pode deixar sequelas, mas em menores proporções.
  Nos casos em que era feita a opção pela radioterapia e, após o tratamento, o tumor voltava, a doença era considerada sem cura, e o único tratamento disponível é o da hormonoterapia, que consiste em bloquear a produção do hormônio masculino no organismo. Isso retarda o desenvolvimento do câncer, mas não o cura, e dá sobrevida, em média, de mais dois anos ao paciente.
  De acordo com um dos coordenadores da pesquisa, o médico do Instituto do Câncer de São Paulo, Daher Chade, a operação de retirada da próstata, depois da reincidência do câncer, não era feita em razão de, geralmente, a radioterapia produzir aderências na região da glândula, o que prejudicava a cirurgia.
  "O que foi descoberto com essa pesquisa é que nessa situação, os pacientes que fizeram radioterapia, e o tumor voltou, a cirurgia pode ser feita com segurança. Com a radioterapia mais moderna, a radiação ocorre mais no interior da próstata para eliminar o tumor, e causa menos aderência ao redor da glândula", afirmou.
  O estudo publicado na última semana, que começou a ser feito nos Estados Unidos há cerca de 25 anos, apresentou resultados surpreendentes para os pesquisadores. Cerca de 77% dos pacientes que fizeram a cirurgia após o reaparecimento do tumor estavam, 10 anos após a cirurgia, sem nenhum sinal de disseminação da doença.
  Outro dado importante obtido foi a constatação de que 83% dos pacientes estavam vivos uma década após a cirurgia. "Esse é um tempo muito longo para um tumor que se achava incurável, e que era instituído um tratamento de hormônio, para que o paciente vivesse só mais dois ou três anos".
  O médico ainda destacou que os médicos não precisam aprender uma técnica nova para fazer cirurgia, já que o procedimento é o mesmo já utilizado nos casos em que o tumor aparece pela primeira vez. "Os urologistas já sabem fazer essa cirurgia. O que é preciso é adquirir experiência, porque, até agora, poucos cirurgiões faziam essa cirurgia porque não se sabia que ela era benéfica para o paciente".
  A pesquisa analisou 404 pacientes de todo mundo, que tinham, em média, 65 anos de idade.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5080936-EI8147,00-Pesquisa+descobre+que+cancer+incuravel+pode+ser+retirado.html (Original em PT-BR)

  Reflexão
  Tantas pessoas que, infelizmente, faleceram porque possuíam um cancro num estado demasiado avançado para se proceder ao tratamento. Esta notícia é uma óptima notícia, tanto para quem investigou e agora vê o seu trabalho reconhecido pelo mundo inteiro, como também para as próprias pessoas que estão sujeitas a um cancro durante a sua vida.
  Esta é mais uma prova de que cada vez evoluímos mais na área da saúde e de que todos os esforços realizados no sentido de uma qualidade de vida superior não são em vão, mas sim com um resultado bem visível aos olhos de todos!

Dieta rica em ómega 3 aumenta o risco de cancro de próstata

  O consumo de alimentos ricos em ômega 3 pode fazer bem para o coração, mas aumenta o risco de cancro de próstata agressivo, segundo um estudo americano publicado no dia 25 de Abril de 2011 no "American Journal of Epidemiology". 
  A pesquisa envolveu mais de 3.400 homens. 
  Os homens com altos níveis de uma proteína que indica consumo de ômega 3 no sangue tiveram duas vezes e meia mais cancro. 
  Por outro lado, homens com maiores índices de gorduras na corrente sanguínea tiveram uma redução de 50% no risco de cancro. Nenhuma das gorduras foi associada ao baixo risco da doença. 
  Segundo os pesquisadores, do Fred Hutchinson Cancer Research Center, em Seattle, o impacto do ômega 3 e de outros ácidos gordos no desenvolvimento do cancro ainda é pouco conhecido. 
  Os médicos afirmam que são necessários mais estudos antes de mudar a recomendação de consumo da substância. 

Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/CienciaeVida/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=737

Estudo desaconselha tratamento imediato contra cancro da próstata em doentes com mais de 70 anos

  Segundo o Journal of Clinical Oncology, o tratamento contra o cancro da próstata pode ser adiado em doentes com mais de 70 anos, de acordo com o estudo americano. Apenas monitorizar os casos de tumores de baixo risco em homens idosos pode ser mais seguro do que iniciar o tratamento assim que o cancro é detectado. Isso porque, explicam os médicos, ainda não existe um método 100% eficaz para determinar quais homens terão, de facto, a sua saúde prejudicada pelo aparecimento do tumor - nesses casos, o risco de um tratamento desnecessário pode ser mais prejudicial do que a doença, avança a revista VEJA. 

  A investigação acompanhou um grupo de 650 homens acima dos 66 anos, todos com cancro da próstata já detectado. Os médicos perceberam que a maioria dos doentes foi capaz de viver durante cinco anos sem qualquer tratamento contra a doença. Nenhum dos participantes morreu em função do cancro da próstata durante o estudo. 
  “O problema por trás da pesquisa é que, hoje, há um excesso de tratamento em casos de cancro da próstata, porque não sabemos dizer ao certo quais pacientes jamais serão prejudicados pela doença”, diz H. Ballentine Carter, professor de urologia e oncologia na Universidade Johns Hopkins e um dos responsáveis pela pesquisa. 
  Segundo o especialista, a grande maioria dos casos de cancro da próstata em pacientes idosos cresce lentamente, permitindo à pessoa viver por muitos anos. 

Fonte: http://www.pop.eu.com/news/4594/26/Estudo-desaconselha-tratamento-imediato-contra-cancro-da-prostata-em-doentes-com-mais-de-70-anos.html

quarta-feira, 23 de março de 2011

Factores de risco e sintomas do Cancro da Próstata

  Como em todas as doenças existe um grupo para a qual a tendência para o aparecimento de certas patologias é mais elevada. Assim, tal como as outras doenças, o cancro da próstata não é excepção. E, por isso também, apresenta um grupo, denominado grupo de risco, onde os indivíduos com determinadas características precisam de tomar uma maior precaução para prevenir o aparecimento do cancro. 
  Em relação ao cancro da próstata os principais factores de risco são: 
  •    A idade (principalmente a partir dos 45 anos);
  •   A raça (um individuo de raça negra tem uma maior probabilidade do surgimento de cancro da próstata);
  •   A história familiar (no caso de existir parentes directos com cancro da próstata);
  •   Alterações da próstata;
  •   Dieta (uma dieta rica em gordura animal ou carne).
  Contudo, o surgimento de alguns sintomas pode significar a existência de alguma patologia ou alguma alteração do organismo, e caso sejam detectados precocemente pode facilitar o seu tratamento. Assim, no caso do cancro da próstata, devemos estar atentos aos seguintes sintomas: 
  • Problemas urinários;
  • Incapacidade de urinar, ou dificuldade em iniciar ou parar o fluxo de urina;
  • Necessidade frequente de urinar, principalmente à noite;
  • Fluxo de urina fraco ou intermitente;
  • Dor ou ardor durante a micção;
  • Dificuldade em ter uma erecção;
  • Sangue na urina ou sémen;
  • Dor frequente nas zonas inferior das costas, nas ancas ou na zona superior das coxas.
Fonte: http://www.roche.pt/sites-tematicos/infocancro/index.cfm/tipos/cancro-da-prostata/cdp-sinais-de-alerta/

quinta-feira, 10 de março de 2011

Cancro da Próstata: A idade é o maior factor de risco!

  A idade é o factor de risco que mais afecta os homens. Como nós sabemos, a falta de informação leva ao evoluir constante e silenciosamente do cancro. Muitas das vezes, as pessoas ouvem falar deste tipo de cancro e questionam-se: “Mas a partir de que idade se deve vigiar este maldito cancro?”. 
  E nós, como seres preocupados e informados, estamos cá para isso, responder tanto a esta como a outras quaisquer questões. 
  Para a questão anteriormente citada, podemos dizer que em regra deve-se começar a vigiar a partir dos 45 anos, pois esta patologia é rara em homens com idade inferior aos 45 anos. No entanto, há casos em que este tipo de cancro afecta homens com idade inferior a 45 anos, mas, quanto a estes, podemos dizer que podem estar relacionados com a história familiar. 
  A probabilidade de ser vítima do cancro da próstata vai aumentando exponencialmente com o passar dos anos (avançar de idade). Daí que, a maioria dos homens vítimas deste tipo de cancro tem idade superior aos 65 anos. O número de mortes causadas por esta patologia tem vindo cada vez mais a aumentar. As causas não são claras e, se bem que as estratégias mais agressivas de diagnóstico precoce possam, em parte, justificar este aumento, não são de excluir outras causas associadas à alimentação, ao estilo de vida, ou ao meio ambiente. 
  Com o passar dos anos vai aumentando sempre o número de vítimas do cancro da próstata, como tal temos “todos” de nos preocupar com esta neoplasia que esta a matar cada vez mais homens. Assim, se todas as pessoas se informar podemos evitar mais mortes, passando toda a nossa informação para o máximo número de pessoas possíveis. 

TEM MAIS DE 45 ANOS DE IDADE? 

JÁ SABE, NÃO DEIXE QUE O SILENCIOSO MAL DA PRÓSTATA O LEVA PARA LONGE DE NÓS! FAÇA O DIAGNÓSTICO PRECOCE! 

Fonte: http://www.roche.pt/sites-tematicos/infocancro/index.cfm/tipos/cancro-da-prostata/cdp-sinais-de-alerta/

terça-feira, 8 de março de 2011

[NOTÍCIA] Queda de cabelo precoce é associada ao cancro da próstata

  "Os homens que começam a perder o cabelo na casa dos 20 anos podem ter maior risco de desenvolver cancro da próstata no futuro, de acordo com um estudo publicado terça-feira na revista Annals of Oncology, e citado pelo Diário da Saúde.
   A investigação, realizada em França, comparou 388 pacientes com tumores na próstata com 281 homens saudáveis e verificou que, entre aqueles com a doença, a percentagem de homens que começaram a ficar calvos aos 20 e poucos anos era duas vezes maior.
  Naqueles cuja calvície começou depois dos 30 ou dos 40, não houve diferença no risco de desenvolver cancro da próstata, em comparação com o grupo de controlo. A alopécia androgénica é a queda de cabelos que afecta principalmente os homens.

  Hormonas
  Cerca de 50% do público masculino será afectado em algum momento da vida. As associações entre calvície e hormonas androgénicas (como a testosterona) são conhecidas, da mesma forma que estas hormonas e o cancro da próstata.
   A finasterida – medicamento usado no tratamento da calvície – bloqueia a conversão de testosterona num androgénio chamado dihidrotestosterona, que se estima estar envolvido na queda do cabelo. O fármaco também é usado para tratar o cancro da próstata.

  Cancro da próstata
  Os autores do estudo apontam para uma relação entre a queda de cabelo precoce e o risco de desenvolvimento da doença, mas ressaltam que os mecanismos desta ligação são ainda desconhecidos.
  “Mais estudos são necessários, tanto com maiores grupos como a nível molecular, de modo a encontrarmos as associações desconhecidas entre hormonas androgénicas, calvície precoce e cancro da próstata”, disse Michael Yassa, professor na Universidade de Montreal, no Canadá.
  “Também precisamos de encontrar formas de identificar aqueles que têm maior risco de desenvolver a doença e que poderiam beneficiar dos exames de diagnóstico. Assim, poderíamos considerar a prevenção através de fármacos anti-androgénicos. A calvície precoce pode ser um desses factores de risco”, destacou Philippe Giraud, professor da Universidade de Paris Descartes, que coordenou o estudo."

[VÍDEO] Novo método para despiste do cancro da próstata

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Alimentação e Prevenção do Cancro

  A prevenção precoce é a melhor forma de evitar males maiores, assim como uma boa alimentação e o estilo de vida saudável, por parte de cada indivíduo. Pois, assim, de algum modo, se conciliar-mos ambos os factores, pode-se aumentar as possibilidades de um maior sucesso nas terapias.
  O rastreio do Cancro da Próstata é muito controverso, pois certas organizações, só recomendam a sua realização, através do toque rectal e o doseamento do PSA (antigénio especifico da próstata), a partir dos 50 anos.
  Segundo alguns estudos e apresentados no Encontro Nacional da American Chemical Society, “As nozes devem ser parte de uma dieta saudável para a próstata, que inclui muitas frutas e vegetais”, destaca o pesquisador Paul Davis, da Universidade da Califórnia, pois uma alimentação rica em antioxidantes, vitamina A, D, E e Selénio (a maioria encontrados no pão, cereais, fruta, cenoura, espinafres, melancia, alho, cebola e em outros), podem ter algum papel protector contra o cancro da próstata.

  Exemplo de alguns alimentos e seus benefícios:


Alimentos
Imagem
Substâncias presentes nos alimentos

Benefícios para a saúde
Tomate
Licopeno
Reduz o risco de cancro da próstata e é antioxidante.
Para que o licopeno seja activado, é preciso que o tomate esteja em forma de molho.

Melancia
Licopeno
Favorece a redução do risco de cancro de próstata e é antioxidante.
Brócolos
Flavonóides, isotiocianatos e indol
Tem efeito antioxidante, diminui os níveis de colesterol LDL (mau colesterol) e aumenta a actividade de enzimas que protegem contra o cancro.
Couves
Compostos nitrogenados, betacaroteno, enxofre, luteína e zeaxantina
Age contra o cancro, é antioxidante, diminui riscos de cancro e doenças cardiovasculares, protege da degeneração do cristalino.
Frutos
Citrinas

Flavonóides e limonóides
São antioxidantes, ajudam a diminuir os níveis do colesterol LDL (mau colesterol) e estimulam a produção de enzimas protectoras contra o cancro.
Morangos
e
Uvas
Catequinas
São antioxidantes e previnem certos tipos de cancro.
Cenoura
 Abóbora
 Manga
 Damasco
Betacaroteno
São antioxidantes e diminuem os riscos de cancro e doenças cardiovasculares.
Alho
Alicina (enzima formada quando o alho é esmagado ou triturado)
Previne resfriados, gripes e outras doenças infecciosas, reduz o colesterol e a pressão arterial, e actua na prevenção do cancro.
Pimenta
Ómega 3, capsaicina, vitamina A e C e bioflavonóides
É antioxidante, previne contra o cancro, e é anticoagulante, prevenindo a formação de coágulos que podem causar ataques cardíacos e AVC.
Noz
Ómega 3, gama-tocoferol (um tipo de vitamina E), polifenóis e antioxidantes
Ajuda a combater doenças cardíacas, reduz os níveis do colesterol de LDL no sangue (mau colesterol), e actua como prevenção do cancro.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O Cancro da Próstata

  O Cancro da próstata é actualmente um dos tumores mais frequentes do sexo masculino, sendo uma importante causa de morte. Como em todas as doenças do foro oncológico existem alguns factores que podem ser considerados como tendo uma acção preventiva, ou seja, poderem reduzir o risco do aparecimento desta doença. A dieta e o estilo de vida parecem ter de algum modo esta influência, como tal, uma alimentação rica em antioxidantes, vitaminas A-D-E e Selénium, que se encontram na dieta mediterrânica (pão, cereais, fruta, cenoura, espinafres, melancia, alho e cebola), tal como o tomate cozinhado e o vinho tinto parecem ter algum papel protector contra o cancro da próstata.
  Mais importante que estes regimes alimentares é o diagnóstico precoce, fundamental pois como em todas as doenças oncológicas um diagnóstico antecipado aumenta as possibilidades de maior sucesso nas terapêuticas. Existem diferentes tipos de patologias que afectam a próstata, e convém diferencia-las pois nem sempre se trata de cancro.

  A Prostatite, ou infecção, é uma situação de infecção da glândula que se manifesta por provocar uma grande dificuldade em urinar, ardor ou dor à micção, febre e queda do estado geral, por vezes de surgimento súbito que obriga a terapêutica com administração de antibióticos, sendo por vezes o primeiro sinal de doença prostática.
  A hipertrofia benigna da próstata é uma patologia que se manifesta após os 50 anos. É uma doença benigna que se traduz pela diminuição do jacto urinário, urinar frequentemente e em pequenas quantidades de dia e de noite, urgência miccional ou até grande dificuldade em começar a micção podendo chegar à retenção urinária (impossibilidade em urinar) levando à algaliação. Trata-se da doença mais frequente da próstata, benigna, que pode requerer tratamento médico ou cirúrgico.
  O Cancro da Próstata, em fase inicial não dá qualquer sintoma, podendo ser detectado em associação com um quadro de Hipertrofia Benigna da Próstata, ou porque em análises de rotina foi detectado um aumento de valores de PSA ou alteração do toque rectal que leva à realização de uma biopsia próstatica.


  Prevenção
  Geralmente o cancro da próstata desenvolve-se sem qualquer sintoma só se manifestando numa fase muito avançada (disseminada), já sem possibilidade de cura. Ao contrário do que a maioria das pessoas julga, raramente ocorrem sintomas urinários numa fase inicial. Na verdade, hoje em dia, 80% dos casos são diagnosticados por exames médicos de rotina realizados em indivíduos aparentemente saudáveis, sem quaisquer queixas Daí a importância do diagnóstico precoce, ou seja numa fase de doença localizada à próstata, ainda sem sintomas, mas curável.
  Recomenda-se como medida de prevenção que a partir dos 45 anos, a idade de risco, todos os homens façam por rotina o doseamento do PSA bem como uma consulta no urologista, anualmente até aos 50 anos e duas vezes por ano a partir dos 50 anos. Poderá assim, em caso de alteração destes parâmetros, desencadear as medidas adequadas que poderão levar a um diagnóstico precoce de cancro da próstata tornando as opções terapêuticas curativas.

  Toque Rectal
  O paciente é deitado na maca em uma posição em que o ânus seja acessível e relaxado (deitado de lado, apoiado na mesa de exame, de ventre para cima, etc.). O médico vestindo luvas, lubrifica seu dedo indicador em uma solução (com ou sem anestésico). Solicitando que o paciente efectue um leve esforço defecatório, para facilitar a protrusão da mucosa, o médico insere o indicador no recto passando através do ânus e palpa o seu interior.
  O não relaxamento da musculatura do ânus (músculo esfíncter externo do ânus) devido à ansiedade ou contração voluntária pode causar desconforto e dor.

  Doseamento Sanguíneo do PSA
  O antigénio específico da próstata é uma enzima (glicoproteína) produzida pelas células da próstata para liquidificar o sémen. É considerado marcador tumoral porque o aumento da enzima nas análises sanguíneas é geralmente sinal de cancro. Valores baixos de PSA não são indicativos de neoplasia (cancro).
  Os resultados permitem ao médico fazer o diagnóstico e controlar a evolução da doença ao longo do tratamento. Contudo, o médico necessita de realizar outros exames para verificar se o tumor é benigno ou maligno.
  Este tumor aumenta a taxa de incidência com o aumento da idade do homem.
  Este exame (PSA), juntamente com o toque rectal, deve ser realizado periodicamente a partir dos 50 anos de idade. Também devem ser efectuados em doentes com antecedentes de neoplasia da próstata.


  Ecografia Prostática Transrectal
  Uma ecografia é um método de estudo e diagnóstico em que se registam os ecos produzidos pelos ultra-sons quando estes passam através de uma dada estrutura do organismo.
  Numa ecografia transrectal, essa estrutura do organismo é o recto. E, neste caso, chama-se «prostática» uma vez que o objectivo é obter informações sobre a próstata.
  Funciona da seguinte maneira: após a lubrificação do recto com um gel específico, é introduzida uma sonda que permite visualizar imagens da próstata num monitor.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Cancro da Próstata em Portugal


  Segundo o Portal de Oncologia Português (POP), o cancro da próstata é o tipo de cancro mais frequente nos homens, em Portugal. Fizeram uma estimativa em que obtiveram os seguintes resultados:
  • 1 em cada 6 homens terá diagnóstico de cancro da próstata ao longo da sua vida;
  • 1 em cada 35 homens virá falecer vítima desta doença;
  • A sobrevivência dos homens ao fim de 5 anos, após o diagnóstico, é de quase 100%;
  • A sobrevivência dos homens ao fim de 10 anos, após o diagnóstico, é de aproximadamente 93%;
  • A sobrevivência dos homens ao fim de 15 anos, após o diagnóstico, é de aproximadamente 76%.
   Estes dados foram obtidos através da análise dos últimos 15 anos.
   Por isso, o nosso grupo decidiu trabalhar este problema no sentido de estes resultados melhorarem num futuro próximo.

INFORME-SE! FAÇA O DIAGNÓSTICO! DIGA NÃO Á PROPAGAÇÃO! 
PREVINA ACIMA DE TUDO!

 
O ÚNICO ANIMAL QUE NÃO AGUENTA A CARGA É O BURRO! 
VOCÊ NÃO O É, POR ISSO INFORME-SE, A SABEDORIA NÃO OCUPA LUGAR!

Fonte: http://www.pop.eu.com/portal/publico-geral/tipos-de-cancro/cancro-da-prostata.html